domingo, 19 de maio de 2013


Rabisco teu nome a pincel

Um suspiro desenhado em folhas de papel

Anuncio que preciso de ti

No conjunto que penso ser

Cerro os olhos e sinto-te aqui

Sem nunca te pertencer.

Vagueio entre cais e desgostos,

Venerando-te em diferentes faces.

E no fim consigo ouvir-te sorrir,

Na minha pele ainda te fazes sentir.

(PUBLICADA POR HUGO DE OLIVEIRA)

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