Rabisco teu nome a pincel
Um suspiro desenhado em folhas de papel
Anuncio que preciso de ti
No conjunto que penso ser
Cerro os olhos e sinto-te aqui
Sem nunca te pertencer.
Vagueio entre cais e desgostos,
Venerando-te em diferentes faces.
E no fim consigo ouvir-te sorrir,
Na minha pele ainda te fazes sentir.
(PUBLICADA POR HUGO DE OLIVEIRA)
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