Pensava, pensava sim
Antes de conhecer, acreditava realmente
Acreditava que já tinha amado antes
... Acreditava que já tinha sofrido por amor
Que já sabia o que eram desgostos de amor
Hoje, depois de te conhecer, descobri
Descobri o que é realmente amar
Descobri o que é um ardor no peito
Uma falta de ar constante
Olhar á volta e apenas ver o teu rosto em tudo
A tua imagem que me persegue
As tuas palavras que recordo constantemente
Recordo não é o termo certo, apenas não as esqueço nunca
Agora sei o que é pensar em alguém todo o dia
O ultimo pensamento antes de adormecer é teu
Os meus sonhos são invadidos por ti
O 1º pensamentos do dia vai para ti
A dor que me martiriza quando não estou contigo
A inquietação quando não te ouço
A sensação de não estar bem em lado nenhum
O próprio barulho do silêncio em que me refugio é insuportável
O querer o que não tenho, não querer o que tenho
Tudo isso torna os dias insuportáveis
O relógio, ele próprio me tortura
Ponteiros que não mexem
O tempo que não corre, apenas passa, devagar…
Lentamente, caio em mim…
Medo apenas de descer das nuvens
Cair de onde me eleva o simples pensar em ti
O querer-te escrever, descrever o que sinto
Consciência de que não posso, apenas não posso
Não conheço palavras suficientes para o fazer
Não consigo proferir sons impronunciáveis
Escrever-te palavras ainda não inventadas
Apenas sei, que nada sei
Alem de que te quero…
Antes de conhecer, acreditava realmente
Acreditava que já tinha amado antes
... Acreditava que já tinha sofrido por amor
Que já sabia o que eram desgostos de amor
Hoje, depois de te conhecer, descobri
Descobri o que é realmente amar
Descobri o que é um ardor no peito
Uma falta de ar constante
Olhar á volta e apenas ver o teu rosto em tudo
A tua imagem que me persegue
As tuas palavras que recordo constantemente
Recordo não é o termo certo, apenas não as esqueço nunca
Agora sei o que é pensar em alguém todo o dia
O ultimo pensamento antes de adormecer é teu
Os meus sonhos são invadidos por ti
O 1º pensamentos do dia vai para ti
A dor que me martiriza quando não estou contigo
A inquietação quando não te ouço
A sensação de não estar bem em lado nenhum
O próprio barulho do silêncio em que me refugio é insuportável
O querer o que não tenho, não querer o que tenho
Tudo isso torna os dias insuportáveis
O relógio, ele próprio me tortura
Ponteiros que não mexem
O tempo que não corre, apenas passa, devagar…
Lentamente, caio em mim…
Medo apenas de descer das nuvens
Cair de onde me eleva o simples pensar em ti
O querer-te escrever, descrever o que sinto
Consciência de que não posso, apenas não posso
Não conheço palavras suficientes para o fazer
Não consigo proferir sons impronunciáveis
Escrever-te palavras ainda não inventadas
Apenas sei, que nada sei
Alem de que te quero…
